Filme ‘Nada a perder’ que conta história do Bispo Edir Macedo estreia hoje nos cinemas

Brasil – Produzido pela Paris Entretenimento, o filme tem números gigantescos em se tratando de cinema brasileiro. São 300 profissionais envolvidos com a produção, 100 atores, mais de 6 mil figurantes, mais de 100 locações, mais de mil carros antigos alugados para reconstituição de época. Além da estreia nas salas de cinema brasileiras, já estão previstos lançamentos em 700 salas de cinema e centros de convenções da América Latina, África do Sul, Angola e Moçambique.

Legendada em inglês, francês e espanhol, a produção tem estreia nos Estados Unidos e no México prevista para 10 de maio. Já estão confirmadas 420 exibições itinerantes em 300 presídios e unidades de recuperação de menores infratores, além de projeções a céu aberto em municípios e vilarejos que não têm salas de cinema.

“Nada a Perder” revela a história ainda pouco conhecida de Edir Macedo, o homem que enfrentou o poder, rompeu paradigmas religiosos e se tornou um grande líder. Cercada por percalços e polêmicas, a trajetória – que culminou com sua prisão em 1992 –- tem como fios condutores a perseverança e a superação.

Com cenas de ação impactantes e uma reconstituição de época que retrata o Brasil nos anos 60, 70, 80 e 90, o filme acompanha as lutas de Edir Macedo desde sua infância em Rio das Flores, no interior do Rio de Janeiro, quando teve que lidar com preconceito por conta de um defeito físico de nascença. A produção conta como foi a fundação da Igreja Universal e mostra os bastidores da audaciosa compra da TV Record.

Conforme o presidente da Paris Filmes, Márcio Fraccaroli, esta produção vai levar o cinema brasileiro a um outro patamar. “Graças a ‘Nada a Perder’ o cinema brasileiro vai trilhar outra história.”

Com elenco formado por nomes como Day Mesquita, Dalton Vigh, André Gonçalves, Eduardo Galvão, Marcelo Airoldi, Nina de Pádua e Beth Goulart, a produção, segundo o diretor de fotografia Pedro Cardillo, ganha ares épicos pelos equipamentos utilizados. “São câmeras de alta definição com enquadramento retangular, como épicos de Hollywood. A história não é contada só com o texto, mas com grandes imagens e som.”